Martinho Dias - Sem título
Martinho Dias - Sem título

Martinho Dias - Sem título

Autor: Martinho Dias
Código do produto: 01MD001
Disponibilidade: Disponível

Preço:

€220,00
Qtd:

Martinho Dias -  Sem título - 2015 - Técnica mista sobre papel - 42x30cm  (moldura: 58x46cm)                                                                                                     

 

Observações: obra emoldurada (preço inclui valor da moldura)

 

Martinho Dias

 

Martinho Dias, nasceu em 1968, em Trofa, onde reside e trabalha.
É mestre em Artes Plásticas – Pintura, pela Faculdade de Belas Artes do Porto.

Está representado no “NY Arts Annual Catalogue 2009” e na revista “NY Arts -Top Websites 2010”, Nova Iorque. Em Agosto de 2012 o seu trabalho esteve em destaque na rubrica semanal do curador Chenoa Solis, na Saatchi Art Gallery, de Londres. No mesmo ano, representou Portugal no 10o Simpósio Artístico Internacional, em Saarbrücken, Alemanha, e o Município da Trofa atribui-lhe a Medalha de Mérito Cultural’2012.

Em 2013, foi convidado a participar na bienal internacional Isola dei Colori, em Itália, tendo aí realizado uma obra ao vivo, Passaggeri, a qual foi adquirida pela associação AVAS e doada à população de Sant’ Antioco, Sardenha.Em 2014, duas obras suas foram escolhidas para ilustrar o artigo Asian Ronald Coase, do professor Frank Lorne, publicado numa respeitável revista de economia de Hong Kong. No mesmo ano, a sua primeira obra em vídeo, PANGEA, (50’) estreia-se na bienal SCHOK’2014, na Holanda, a convite do director do festival, Jaap Borgers.

Martinho Dias foi professor de Artes Visuais até 2009 e tem ilustrados diversos livros de literatura infanto-juvenil. Recebeu vários prémios de pintura e o seu trabalho, para além de estar representado em diversas colecções, tem sido mostrado em várias exposições individuais e colectivas em Portugal e no estrangeiro

Alguns dos seus projectos contaram com a participação de personalidades de áreas diversas, sobretudo da música, como António Victorino D’Almeida, Eurico Carrapatoso ou a cantora Amélia Muge, o músico espanhol Kepa Junkera, o artista e performer italiano Alzek Misheff, para além de Peter Ablinger, Gianluigi Trovesi ou Pauline Oliveros, entre outros.

A complexidade e as múltiplas faces do mundo global são o meu principal  fundamento. Seleccionando e manipulando imagens, sobretudo da imprensa e das revistas mais populares, procuro criar uma nova realidade sugerida, uma nova narrativa, aberta ao espectador.
Recorrendo ao realismo das figuras e à abstracção gestual, ao paradoxo, à contrariedade, ao criticismo ou à ironia, o que eu faço é desdobrar a realidade, individual e colectiva, que nos é comum, reconfigurando-a no plano da tela.
(ver texto de Álvaro Lobato de Faria, mais abaixo)
 

EXPOSIÇÕES Individuais e Colectivas (selecção):

2015
- Art Market Budapest, pela Léna and Roselly Gallery, Budapeste, Hungria;
- 20th Portobello Film Festival (com o vídeo Pangea), Londres, Reino Unido;
- UP, exposição individual, Red Nankim, Porto;
- Martinho Dias: 005’015, exposição individual, Museu Municipal de Espinho;
- Exposição Coletiva, Artkate Galerie, Berlin, Alemanha;
- MAC Aniversário, MAC – Movimento Arte Contemporânea, Lisboa;
- 1ª Bienal de Arte - Gaia, Vila Nova de Gaia;
- 2ª  Biennale Internazionale d’Arte, Isola dei Colori, Sant’ Antioco – Sardenha, Itália;

 

2014
- ATTITUDES, col., Artkate Galerie, Berlim, Alemanha;
- PERTENÇO-ME, exposição individual, MAC – Movimento Arte Contemporânea, Lisboa;
- Visita ao Atelier dos Artistas, col., Galeria Porto Oriental, Porto;
- Guardian of the Edge, (Agnes Marton Org.), Col., Tribunal de Justiça da União Europeia, Luxemburgo;
- Colectiva de Pintura, Galeria Red Nankim, Porto;
- 10 Registos na Figuração Contemporânea, col.,Fundação José Rodrigues – Porto;
- PO(L)VO, exposição individual, Galeria O RASTRO, Figueira da Foz;
- 10º Schoorlse Kunsten 2014, col., antestreia do video PANGEA, Schoorl, Holanda;


2013
- Isola dei Colori – Biennale Internazionale d’Arte, Sant’ Antioco – Sardenha, Itália;
- Pintura, exposição individual, Galeria João Pedro Rodrigues, Porto;
- "Martinho Dias - pintura", Galeria João Pedro Rodrigues, Porto;

2012
- “Arte de Bolso 2012”, Galeria João Pedro Rodrigues, Porto;
- Colectiva, Galeria MiTo, Varsóvia, Polónia;
- “IN PERSONA: 10º Simpósio Artístico Internacional”. Saarbrücken, Alemanha;
- Exposição colectiva, Fórum Cultural de Ermesinde;
- “Fado ao Norte”, colectiva, Casa da Galeria, Santo Tirso;
- “Global Village’2012 – an exhibition IRL”, projecto colectivo itinerante:
Projekt 072, Alkmaar, Holanda;
Château de Sully, Burgundy, França;
Kulturhuset Brønden, Copenhaga, Dinamarca;

2011
- “Arte Móvel 2011, quadros e esculturas de bolso”, Galeria João Pedro Rodrigues, Porto;
- CIRCUNSTÂNCIA, Galeria de São Bento, Lisboa;
- Colectiva de Pintura, Galeria Ao Longe o Mar, Viseu;
- “Arte em Segredo”, colectiva, Org. FBAUP, Galeria dos Leões, Porto;
- ART PARIS, Feira Internacional de Arte, Grand Palais, pela Saatchi Online, Paris, França;
- Perfection: Utopia of Women, exposição colectiva, MOYA - Museum of Young Art, Palais Schönborn, Viena, Áustria;

2010
- 10ª Feira Internacional ARTELisboa, pela Galeria António Prates, Lisboa;
- “8ª Bienal Internacional de Artes Plásticas da Marinha Grande”, pela
  Galeria António Prates, Lisboa;
- “Cem República”, exposição colectiva, Galeria António Prates, Lisboa;
- Colectiva de Pintura, Clube Militar de Macau, Galeria 57, Macau;
- Colectiva “HISTÓRIAS DO CINEMA II”, Biblioteca Municipal Rocha Peixoto,
  Póvoa de Varzim;
- “The Flag – Peace&Love on the Global Village”, projecto colectivo, Dinamarca;
- “Info-transformações”, colectiva de Pintura, Galeria 57, Leiria;
- Colectiva de Pintura, Galeria O Rastro, Figueira da Foz;

2009
- Colectiva de Pintura, Galeria O Rastro-Algarve;
- “Palcos”, Del Veinte Galeria, Santander, Espanha;
- “16 anos de cumplicidade na arte”, Centro de Artes e Cultura, Ponte de Sor;
- Pintura, Casa-Museu Soledade Malvar, V. N. Famalicão;  
- “Pinturas Escritas”, Servartes – Espaço Cultural, Porto;

2008
- Pintura, Biblioteca Municipal de Ponte de Sor;
- "Diálogos e Monólogos", Galeria o Rastro, Figueira da Foz;
- "arte x arte" - Bogotá08, Colômbia;

2007
- “Pinturas Escritas” – Museu Santos Rocha, Figueira da Foz;
- “Corpo Novo”, Espaço SERVARTES, Porto;
- “Aplauso”, pintura, Galeria de São Bento, Lisboa;
- II Feira Internacional artMADRID, pela Galeria António Prates, Madrid, Espanha;

2006
- “Aplauso”, pintura, Galeria Cañizares, Salvador / Bahia, Brasil;
- 6ª Feira Internacional ARTELisboa, FIL, pela Galeria António Prates, Lisboa;
- “Corpo em Expressão”, Espaço SERVARTES, Porto;
- “Corpo Novo”, pintura, Clube Literário do Porto;
- Colectiva, Espaço MERCADO DAS ARTES, Porto;

2005
- 5ª Feira Internacional ARTELisboa, FIL, pela Galeria Pedro Serrenho, Lisboa;
- IMAGENS PROJECTADAS # INSTALAÇÕES / “Pinturas Escritas” –  
   juntamente com Vítor Rua, Nuno Rebelo, Phill Niblock, entre outros,  
   Casa d’Os Dias da Água, Lisboa;

2004
- Colectiva de Pintura, Electra Galeria de Arte, Porto;
- “19.ª Bienal de Ilustrações de Bratislava”, Eslováquia;

2003
- “Indisposição”, pintura, Galeria Santa Clara, Coimbra;

2002
- “II Prémio Baviera de Pintura” - Museu dos Transportes e  Comunicações, Porto;
- “II Bienal de Pintura”, Penafiel;

2001
- “Prémio Nacional de Pintura Júlio Resende”, Gondomar;
- “XI Bienal Internacional de Arte de Vila Nova de Cerveira”;

2000
- “I Bienal de Pintura”, Penafiel;
- “III Bienal de Artes Plásticas  da Marinha Grande”, Marinha Grande
   e La Granja – Espanha;

1999
- "Os Dias de Abril " - Fundação Cupertino de Miranda, V. N. de Famalicão;
- Um dos representantes de Portugal no “The Winsor & Newton Painting
  Competition”, The Mall Galleries, Londres, World Trade Center i
  Stockholm, Estocolmo e United Nations Headquarters, Nova Iorque;
- Colectiva, Galeria Delaunay, Vila do Conde;
- "XI Bienal de Artes Plásticas da Festa do Avante", Amora/Seixal;


DISTINÇÕES:

2010 - Silver Award - attribution by the virtual art gallery ArtMageur.com;
2007 - 1º Prémio, ‘Corpo em Expressão’, Espaço SERVARTES, Porto.;
2002 - Menção Honrosa na “II Bienal de Pintura”, Penafiel;
2000 - Menção Honrosa na “I Bienal de Pintura”, Penafiel;
1983 - Menção Honrosa no “Shankar’s International Children’s
           Competition”, Nova Deli, Índia;
         - 1º Prémio no concurso “Santo Tirso Visto pelos Jovens”, Sto. Tirso.


Texto do catálogo da exposição de Martinho Dias, PERTENÇO-ME, na galeria MAC – Movimento Arte Contemporânea, Lisboa, entre 1 e 28 de Novembro de 2014, por Álvaro Lobato de Faria.

Ao longo de cerca de 20 anos de carreira, Martinho Dias, tem vindo a ser um intransigente pesquisador de verdades e de liberdades interiores, não cessando de se transformar – mantendo-se, no essencial, fiel a si mesmo.

Martinho Dias perfaz o contorno, realiza o movimento, concretiza a ideia num imaginário pictórico único que lhe atribui um lugar marcante nas artes plásticas portuguesas.
As suas telas refletem reminiscências que instigam a imaginação e afloram a lembrança de qualquer observador, conferindo harmonia e beleza à trivialidade do quotidiano.

O grafismo, aqui afirmado como elemento estilístico, afirma a autonomia da cor, que polariza e atrai a fluidez antropomórfica das formas, é na sua obra de uma importância fundamental.

Fala-nos pela incidência da cor que transporta e assume o papel de interlocutor entre a obra e o espectador.
Estamos agora perante um artista sem hesitações, de um saber constante e ritmado, onde cada tomada de consciência nos abre o caminho para o seu mundo multidisciplinar, onde cada gesto tem o sabor de uma certeza.

A arte de Martinho Dias, extraordinariamente sensível na fluidez da linguagem das formas, na vigorosa materialidade da cor, na força e no encanto da sua evasão e do seu êxtase, é uma fascinante e esplêndida aventura espiritual e técnica.

As suas obras, são pois materialização de anseios e de sonhos, notas de realce, na Pintura Portuguesa Contemporânea.

A devoção e o profissionalismo, a continuidade e o empenho que Martinho Dias nos transmite nas suas obras, revelam-nos estar perante um grande pintor e um excelente artista, reconhecido não só em Portugal como internacionalmente.

Em “Pertenço-me” título da exposição que agora nos apresenta no MAC- Movimento Arte Contemporânea, mostra-nos a sua constante evolução, a sua busca sem fadiga, a qualidade intranquila da sua poética, que faz de cada momento uma reencarnação imprevisível, uma nova conquista, um constante enriquecimento.

Revelando um esforço de lucidez e de empatia criadora, tem merecido, justamente, os aplausos de grandes nomes das artes plásticas, de críticos e do público.

O vigor e qualidade do conjunto destas obras farão, com toda a certeza, que Martinho Dias ocupe um significativo lugar nas artes plásticas do nosso país, pela pintura que vem construindo e a que já nos habituou, confirmando o talento e sobretudo a qualidade técnica e criativa deste artista.

Álvaro Lobato de Faria
Diretor-Coordenador do MAC
Movimento Arte Contemporânea
(outubro. 2014)

 

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